terça-feira, 23 de março de 2010

Os meus individuais

Uma ideia, uma colecção que permanece e mora numa esquina da nossa alma. Cada pormenor é inspirado no subconsciente perdido e encontrado algures, numa mancha gráfica que sobrevive pela sua razão forte de querer fazer parte de um todo. Todo esse, materializado num formato prático de um individual diferente que é útil e dá cor ao nosso quotidiano.

Série [Redundância]

Bases fotografadas nas mais diversas situações dão lugar a sete individuais que enriquecem o nosso dia-a-dia. (cada a 10 €)

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segunda-feira, 22 de março de 2010

Série [Submerso]

Treze fotografias que ilustram poeticamente o que há de mais profundo nos mares do nosso imaginário. (cada a 10€)

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domingo, 21 de março de 2010

Série [Urbana]

Nove imagens inspirados no Porto Antigo, um elogio à minha cidade. (cada a 7€)

O teatro da vida

O amor é cego

Ver com olhos de ver

Fecha os olhos e imagina o que perdeste

Longe da vista longe do coração

Abre os olhos e imagina o que podias ver com eles vendados

Um olhar curioso

Eu vejo e desejo se não vejo imagino

Só é cego aquele que não quer ver

sábado, 20 de março de 2010

Série [Introspecção]

Sete individuais em que o seu utilizador é convidado a entrar num mundo paralelo que o permite estar mais perto de si. (cada a 10€)

Um lugar perto de mim



Vê o infinito ao longe, percorre montanhas, sobrevoa planícies e descobre o desconhecido, nunca perdendo o norte. Encontra-te num vale despido mas coberto de significado e repleto de vivências, tuas ou minhas. Apenas redescobre-te num oceano perdido e vasto, onde tu apenas tu és uma partícula numa imensidão de cores pintadas aleatoriamente. Cobre-te até ao horizonte sem parâmetros pré-estabelecidos, apenas veste-te de folhas gastas pelo tempo. Tempo, intempérie, tempestade sem fim, perto ou longe, um lugar perto de mim.

O descobrir que estamos vivos



Acordar, dificuldade em adormecer, viver e não sobreviver, viver com garra e acordar com um brilho nos olhos e sentir que sou feliz e que faço sentido à minha existência, não porque o outro existe mas porque descobrimos que para que o outro exista temos de dar por nós primeiro. Quando damos em demasia saímos prejudicados, tem de haver um equilíbrio entre as partes para haver uma maior entrega e uma simbiose entre as relações.

Não ter medo de viver



Viver destemidamente sem pestanejar, ir ao encontro de mim mesma, sentir na pele o contacto com o inesperado. Viver uma experiência única sem parâmetros pré-definidos, o acaso é a palavra de ordem. Quando se programa em demasia determinada situação, acaba por tudo cair por terra, mas se pelo contrário deixarmos fluir e seguirmos o nosso instinto, o que desejamos acaba por acontecer.

A fellicidade



É a ironia da vida, uns ficam pelo caminho sem nunca terem pertencido à estrada. Pela periferia, perdidos algures têm a ilusão que o caminho é em frente, mas esquecem-se que existem atalhos para atingirem a felicidade. A felicidade está dentro de nós, aquela é determinada pelas escolhas que fazemos na vida. Tudo parte de nós, fazemos a cama onde nos deitamos, não há fuga possível.
“ A felicidade não está no fim da jornada, e sim em cada curva do caminho que percorremos para encontrá-la”.

O ser ou ter



O ser ou ter? Eis a questão. Por vezes confronto-me com esta dualidade. Será que para ser mais feliz tenho de ter…poderá ser um prazer momentâneo, porque logo a seguir já quero mais isto ou aquilo…é um ciclo sem fim…um saco sem fundo…que por mais que o encha nunca estará até ao topo. Se pelo contrário cultivarmos o nosso interior, este florescerá e dará frutos…e assim sim enriquecemos a nossa mente, tudo o resto virá por acréscimo.

O passeio



Numa tarde de Verão fomos até ao parque da cidade, embalados pela vontade e iludidos pela crença que nos unia. Caminhamos de mãos dadas e saboreamos a brisa quente que se fazia sentir. Deitados à beira do lago contemplamos os patos nas constantes idas à água, ouvimos as flores e cheiramos os pássaros. Os sentidos são trocados porque o sentimento prevalece nesse momento. Sentimento já apagado pelo tempo e que não deixou sequelas.

Abro os olhos


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Berro, mas ninguém me ouve.
Grito, mas ninguém dá por mim.
Abro os olhos e vejo o que ainda ninguém viu.
Quero descobrir por mim o que ainda não conheço.
Quero alcançar sem ajudas,
o que ainda continua preso a mim e
que se encontra no mais recôndito do meu ser.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Série [Palácio de Cristal]

Seis diferentes ângulos do antigo edifício do Palácio de Cristal, que já não existe entre nós e que decidi recuperar a sua memória. A essas imagens foram sobrepostas personagens e artefactos dos anos 60. O que resulta num ambiente mágico, quase infantil, que se perpetua pelos tempos. (cada a 10 €)

O universo encantado

Homenagem

O voo da frente

Mercúrio diluído

A doçura do anonimato

A despedida

quinta-feira, 18 de março de 2010

Série [imagens soltas]

Perspectivas dispersas de um meio industrializado que sobrevivem a uma sobreposição aleatória em que a tipografia tem lugar de destaque. (não se encontram à venda, servem só de exemplo)

As proesas

2 de Junho

Casa da Quinta

Maybe i'm dead

De maneiras que...

É assim...